Melhor dica de produto para resgatar cabelos porosos, danificados e super ressecados? Anote aí: tratamento intensivo Redken Acidic Bonding Concentrate.
Milagre capilar pode até não existir. Mas o que Redken faz com esse produto fica no limiar do impossível.
Como participante do Programa de Associados da Amazon e afiliada Shopee, sou remunerada pelas compras qualificadas efetuadas.
Lembro da primeira vez que utilizei o Uso Obrigatório da Truss.
Foi uma experiência diferente, cheia de sensações novas.
Meu cabelo ficou tão feliz com a surpresa que fez questão de reagir à altura.
Também tive uma experiência memorável com a linha Vichy Dercos Kera-Solutions.
O auge aconteceu quando enxaguei a máscara.
Falando muito sério, tive instantes de pânico embaixo do chuveiro — porque REALMENTE pensei que meu cabelo tinha derretido.
Essas histórias aconteceram há um bom tempo. Mas não esqueço do impacto inaugural dos produtos.
Na ocasião em que os conheci, ambos se instituíram como “marcos disruptivos” em minha jornada capilar.
Hoje, sou uma espécie de colecionadora de cosméticos capilares.
Faço isso porque adoro o prazer da descoberta de texturas, fragrâncias, efeitos.
Sim, obviamente quero promover o melhor cuidado aos meus fios.
Mas, para ser bem sincera, minhas compras têm mais um caráter exploratório e curioso do que qualquer outra coisa. Se fosse só por necessidade básica, poderia sossegar com o que já tenho em casa.
Persigo momentos de susto, como aqueles que tive com Uso Obrigatório e Kera-Solutions.
No entanto, apesar de encontrar inúmeros produtos incríveis, os cosméticos-que-revolucionam-a-compreensão-cabelística são muuuuito raros.
Como falei, adquiri um repertório (digamos assim). Depois de investir em tantas coisas bacanas, com qualidade absurda, é difícil que algo abale minha percepção — a ponto de me remeter a um novo momento-disruptivo.
Porém, para meu puro deleite, redescobri o espanto.
Diferente de tudo, tudo, TUDO que já testei, o tratamento intensivo Redken Acidic Bonding Concentrate me levou a uma experiência que, honestamente, nas atuais circunstâncias de meus cabelos, eu julgava uma quimera.
Tratamento Intensivo Redken Acidic Bonding Concentrate (contexto de uso)
Imagino que, se eu tivesse conhecido o tratamento Redken Acidic Bonding Concentrate em uma fase ma-ra-vi-lho-sa de meus fios, o nível de perplexidade seria outro.
Porém, cheguei até ele em um período complicado.
Final de ano e de repente, não mais que de repente, fez-se do lindo cabelinho um ninho de mafagafinhos.
Tudo andava tão bem… Cabelo macio, sedoso, volumoso, sem queda.
E aí, “do nada”, percebo que o comprimento se manifesta espigado. Como consequência, na hora de lavar, sofria com fios que embaraçavam feito doidos — o que colaborava enormemente para a queda devido à quebra.
Digo um do-nada-entre-aspas porque a gente sabe que a coisa não acontece assim.
Só não sei precisar um evento específico que tenha resultado no severo ressecamento capilar (que, a cada dia, parecia escalar).
Na realidade, imagino que foi um somatório de situações.
Circunstâncias da estação do ano, processos de descoloração e coloração (e olha que uso máscaras pigmentantes), talvez um excesso de produtos de styling…
Enfim, não culpo um produto ou uma situação em particular. Acredito que o que deu-ruim mesmo foi a conjunção dos “astros”.
Me empenhei na recuperação dos fios.
Coloquei em prática todos os truques que me ajudaram em outras épocas nefastas.
Caprichei na escolha de máscaras, óleos, leave-ins, tratamentos noturnos. Tudo que você puder imaginar.
Aos poucos, os resultados positivos davam as caras.
Mas o processo era lento e os danos (estimulados pelo típico cenário do verão) pareciam levar a melhor.
Senti que era hora de pensar num corte de cabelo. Não apenas dar cabo das pontas — porque o estrago ia muito além.
Como não era algo programado, resolvi adiar a decisão. “Ao menos posso usar meu cabelo como laboratório e tentar aprender alguma coisa”, pensei.
A autoestima estava entristecida. Se você já passou por momentos assim, sabe exatamente do que estou falando.
Cansa, né?
A gente cuida, cuida, cuida, mas nada resolve.
Foi nesse estado de lamúria (mas com a eterna chama da esperança) que — por obra do destino! — cheguei a um vídeo do Blowout Professor (Chris Wenzel).
No vídeo, Chris falava de um produto que com um único uso conseguia promover uma transformação intensa na fibra capilar.
Promessa boa demais para ser verdade? É, foi o que pensei.
Porém, aquilo era tudo o que queria ouvir.
E foi desse jeitinho que cheguei ao Redken Acidic Bonding Concentrate.
OBS.:
Assisti ao vídeo do Blowout Professor já faz um tempinho. Procurei a referência exata para colocar aqui e suponho que seja este (clique no link e dê uma olhadinha; ele fala do produto da Redken em sua segunda indicação).
Vasculhei meu histórico e encontrei outro vídeo (que vou anexar abaixo) no qual Chris traz mais informações sobre o tratamento ABC.
Ele também menciona o Olaplex No 3 e o leave-in/máscara sem enxágue K18 (que sou doida para testar), mas parece preferir o tratamento da Redken mesmo.
Olaplex e K18 são difíceis de encontrar no Brasil e têm um preço salgado (pitadas extras de sódio em função das taxas de importação).
Então, por favor, se você conhece uma loja confiável para comprar Olaplex ou K18, passe sua dica!!!
Estou sempre de olho nas ofertas que encontro na Amazon, mas ainda busco outras referências.
Resultados do Redken Acidic Bonding Concentrate Intensive Treatment

Máscara Pré-Shampoo Redken Acidic Bonding Concentrate | Onde comprar?
Chris Wenzel explicou que não era preciso investir em todos os produtos da linha Acidic Bonding da Redken.
Segundo ele, bastaria optar pelo tratamento pré-shampoo (que apresenta a concentração mais alta do complexo bonding care) para obter benefícios máximos.
Portanto, foi o que eu fiz.
OBS.:
Uma curiosidade: pensava que a máscara líquida Acidic Bonding Concentrate superava o tratamento intensivo em termos de concentração de ativos.
Mas, graças a uma resenha gringa que vi, percebi que o complexo de ativos dos dois produtos tem nomenclaturas diferentes.
Enquanto o pré-shampoo apresenta ácido cítrico + 14% de bonding care complex, a máscara líquida conta com ácido cítrico + 16% de conditioning care complex.
Logo, deduzo que sejam benefícios diferentes (complementares, creio eu).
Tá, já adianto uma coisa: depois de experimentar o pré-shampoo Acidic Bonding Concentrate, não me aguentei. Comprei outros 2 itens da linha (mas isso é conversa para outro post).
E por que comprei outros itens da linha?
Apenas porque fiquei deslumbrada, estarrecida, embasbacada com os efeitos miraculosos do tratamento intensivo.
O famoso Blowout Professor não mentiu. O negócio DE FATO produz resultados insanos na primeira aplicação.
Meu cabelo ganhou nova vida. Foi abençoado pelo legítimo efeito fênix.

Li muitos depoimentos de consumidores sobre o produto. Depois de usá-lo, entendo porque há tantas pessoas empenhadas em exaltá-lo ao extremo.
É uma poção que você QUER que todo mundo conheça.
Você se sente impelido a espalhar a palavra, a compartilhar a graça.
Bom demais para guardar segredo.
Quero enfatizar: cabelos saudáveis, creio, não precisam da superdose do concentrado (capaz até de não rolar compatibilidade e gerar desagrado).
Já meus cabelos frágeis, danificados e revoltados com a vida, abraçaram a causa e testemunharam a transmutação.
O poderoso resolveu minha porosidade descontrolada. Deitou minhas cutículas. Trouxe de volta o toque sedoso aos fios, o brilho perdido, a cara de dignidade à fibra.
Não preciso mais tosar o cabelo. A queda (devido à quebra) cessou. O embaraçamento se aquietou.
Péra, então isso significa que o Acidic Bonding da Redken é melhor do que todos os tratamentos da L’Oréal, Truss, Keune, Moroccanoil, Kérastase e sei-lá-mais-o-quê que eu pude experimentar?
Não.
A questão é que ele foi escandalosamente assertivo.
Mesmo oferecendo os melhores cuidados aos meus cabelos, havia uma falta — que nenhum dos cosméticos estava conseguindo suprir.
Redken chegou com os ativos certos, na hora certa, na potência certa.

Um ponto MEGA importante aqui: o tratamento intensivo da Redken fez sua parte. Mas, de forma alguma, prescindiu de outros cuidados para garantir o resultado perfeito.
Vou falar como leiga (já que, infelizmente, não sou cientista com acesso a métodos e ferramentas técnicas).
No meu entendimento, Redken arrumou a bagunça. Aí se virou para os outros produtos e disse “pronto, agora vocês podem voltar ao trabalho.”
Numa analogia tosca, diria que o Acidic Bonding eliminou o bug.
Depois de sua ação, as coisas puderam retornar a normalidade (ou funcionar até melhor).
Quase pude ouvir os aplausos agradecidos dos cosméticos que chegaram aos fios após ele.
Destacaria — ressaltando que falo do sensorial — o controle da porosidade como maior feito do Acidic Bonding.
Sabe aquela textura áspera, super seca e sem condições de deixar o fio brilhar? Pois é, foi dela que me livrei.
Com a porosidade exorbitante, tenho impressão de que nenhum dos tratamentos que estava usando conseguia se alojar na fibra.
Davam efeito temporário, sim, mas era um efeito temporário demaaaais.
Depois de Redken, o desempenho dos produtos se tornou outro.
Me lembrou a experiência que tive com o uso contínuo da máscara Densifique Densité da Kérastase.
Tecnologia Bond Repair da Redken
Espero que as previsões se confirmem e a tecnologia bond repair (reparo de ligações) invada o mercado este ano.
Acredito que foi justamente essa tecnologia a grande responsável por meu momento-disruptivo com a Redken.
Porque você poderia me dizer “amiga, bastaria um acidificante para resolver seu problema.” Ou talvez sugerisse uma umectação caprichada. Quem sabe máscaras de reconstrução potentes?
Quero deixar claro. Eu fiz tudo isso. E tudo ajudou.
Mas foi a Redken quem virou o jogo.
Tá, mas se já encontrei um produto bond repair/bond builder para chamar de meu, por que teria interesse em outros?
Porque os produtos que apresentam essa tecnologia têm funções diferentes; atuam em ligações diferentes. Logo, eles se complementam.
Estou pesquisando bastante sobre o assunto e tenho a expectativa de trazer novidades em breve.
Por enquanto, vou te deixar com um videozinho rápido da Dra. Heleen Kibbelaar, que dá uma bela noção da ideia.
PS.:
Cogito que o leave-in da Creamy Peptide Repair Hair Treatment se enquadra na proposta do bond repair.
Aliás, usei o produto alguns dias após o pré-shampoo Redken Acidic Bonding Concentrate e seu desempenho foi SUPREMO.
O mesmo vale para a linha Ultimate Repair da Wella (creeeedo, o que é aquele shampoo?!? Diviníssimo!!!).
No caso da Wella, já vi pessoas situando a linha como exemplo da categoria bond repair. Mas não encontrei a sinalização dessa propriedade no material divulgado pela marca.
Seguindo a mesma premissa, penso que o leave-in No Breaker da Sebastian tem parentesco com a tecnologia.
Destaco, ainda, os novos finalizadores da Keune (fiz a resenha do spray volumizador Thick Trick recentemente e fico devendo a do Ultimate Blowout — que tenho usado direto). Aí, sim, a marca anuncia claramente que introduz a tecnologia Bond Fuser em seus produtos.
Outros produtos com tecnologia bond repair que estão na wishlist
▪️Dove Bond Intense Repair
Linha bem completa, com preço convidativo.
As críticas são excelentes!
▪️Absolut Repair Molecular de L’Oréal Professionnel
Já experimentei a máscara, o sérum e o leave-in da linha. Olha… o negócio é impactante. Dá uma encorpada VIGOROSA nos fios.
Estou na espreita do pré-shampoo Absolut Repair Molecular — depois da experiência com o ABC da Redken, ficou realmente muito difícil desviar o foco da categoria.
▪️Joico Defy Damage
Lançamento recente da linha, a máscara líquida Defy Damage In A Flash 7-Second Bond Builder me desperta a mais profunda cobiça.
Tenho admiração genuína pela marca e adoraria investir em mais produtos de seu portfólio.
Me parece que um tratamento com tecnologia bond repair, que age em 7 segundos, seria a mais-linda das aquisições.
Como usar o Tratamento Acidic Bonding Concentrate Redken
Se você acessar o site oficial da Redken no Brasil, verá que a marca apresenta o Tratamento Intensivo Acidic Bonding Concentrate como um “tratamento multiuso com enxágue que pode ser usado como pré-shampoo ou máscara”.
Ou seja… temos duas possibilidades de uso aqui!
▪️Tratamento Acidic Bonding Concentrate Redken como pré-shampoo
Pelo que andei pesquisando, a Redken propõe a utilização do tratamento intensivo na etapa pré-shampoo com o objetivo de facilitar a vida do consumidor.
Muita gente reclama (com razão) de tratamentos que pedem pausas chatas, nem sempre compatíveis com a dinâmica do dia a dia.
Portanto, poder aplicar um produto que age perfeitamente, sem exigir prévia higienização dos fios, tem um belo apelo.
De forma resumida, para usar o Acidic Bonding Concentrate como pré-shampoo, basta umedecer os fios e, em seguida, aplicar uma pequena quantidade do produto em toda a extensão (você pode deixar as raízes de fora, caso seus danos capilares não cheguem à região).
Espalhe bem (sugiro usar um pente para ajudar) e deixe o tratamento “descansar” por uns 10 minutos (a marca sugere uma pausa entre 5 e 10 minutos, para ser mais exata).
Depois desse tempinho, você segue com sua rotina normal de banho, lavando os cabelos com shampoo e aplicando condicionador ou máscara de sua preferência.
Por fim, você estiliza como desejar.
Para cabelos muito danificados/processados, Redken sugere um ritual completo com a linha ABC.
Aí, o passo a passo seria:
Há também a máscara líquida da linha, que você pode usar no lugar do condicionador.
Redken sugere que a máscara líquida seja usada 1 vez por semana ou “sempre que necessário” (o que sempre me parece uma indicação meio dúbia), pedindo um tempo de pausa de 5 minutos.
Shampoo, condicionador e leave-in Acidic Bonding Concentrate, segundo informações da Redken, são produtos que você pode usar regularmente, em todas as lavagens.
Já o pré-shampoo, idealmente, seria usado com menos frequência. Uma vez por semana seria uma boa medida.
Mas, de novo, conforme respostas a consumidores no Instagram da marca, há liberdade de uso: você pode incluí-lo sempre que julgar necessário.
Na minha experiência, mesmo estando com os cabelos em estado de calamidade, não vejo razão para fazer do tratamento intensivo um procedimento diário.
Isso porque o resultado se mantém — de verdade! — por dias consecutivos.
E, olha, sou exagerada e amo desafiar regras de periodicidade dos produtos.
Mas, mesmo lavando o cabelo todos os dias (meu hábito), me acovardo diante da possibilidade de insistir no ABC Intensive Treatment.
Tenho o utilizado a cada 4 ou 5 lavagens e, assim, me parece perfeito.
▪️Uso do Tratamento Acidic Bonding Concentrate como máscara
Particularmente, por mais que adooooore dedicar parcelas generosas de minha existência ao ritual de haircare, inicialmente, foi a proposta de usar o tratamento intensivo Acidic Bonding como pré-shampoo que me seduziu.
Por quê?
Primeiro, por ser algo diferente. Afinal, o mais comum é que o tratamento power de uma linha se concentre numa máscara tradicional (que aplicamos após o shampoo e enxaguamos).
Mas a praticidade também teve seu peso.
Agora, no verão, não me importo muito de entrar-sair-entrar-sair do chuveiro, aguardando minutos para efetividade de tratamentos.
Mas, no inverno (ou mesmo em períodos de rotina mais atribulada), minha paciência evapora.
No entanto, como utilizo leave-ins, óleos, produtos de styling e etcéteras, bate aquela dúvida: será que o tratamento pré-shampoo consegue ultrapassar todas essas “barreiras” e entregar o melhor resultado?
Ou, mesmo que me programe para deixar o cabelo livre de finalizadores (evitando-os na rotina anterior ao ABC Intensive Treatment), será que o cabelo “sujo” (em função de oleosidade, poluição ou qualquer coisa que tenha “grudado” nos fios no fluxo do viver-a-vida) é o melhor ambiente para atuação do produto?
Sim, eu entendo que se a Redken indica o uso do tratamento intensivo na etapa pré-lavagem, ela sabe o que está dizendo.
E, pelos meus testes, o negócio funciona perfeitamente assim. Não tenho motivos para queixas.
Contudo, a ideia de aplicar o produto nos cabelos limpos e desimpedidos formigava minha especulação. Será que os resultados seriam AINDA melhores?
Segundo a tricologista e youtuber Abbey Yung, sim.
Para usar o Acidic Bonding Intensive Treatment na função de máscara, não há nenhum mistério.
Basta lavar os cabelos com o shampoo de sua escolha, enxaguar bem e retirar o excesso de água dos fios (pressionando com as mãos ou com ajuda da toalha).
Agora, com os cabelos limpos e úmidos, você aplica um pouquinho do tratamento (vai devagar, não precisa exagerar, acredite) e espalha uniformemente nos fios.
Conforme você enluva os fios, poderá perceber uma ação condicionante.
Porém, julgando por experiência própria, o condicionamento pode não ser tão contundente quanto o que você necessita, caso seus fios estejam muito danificados.
Para evitar dificuldades na espalhabilidade do produto, sigo dois truques:
- uso um shampoo mais hidratante na rotina (o Absolut Repair da L’Oréal, por exemplo)
- evito secar demais o cabelo antes da aplicação do tratamento (não deixo o cabelo pingando, mas garanto que esteja com água suficiente para ajudar na condução do produto pela fibra).
Depois de espalhar bem bonitinho (sempre uso um pente para ajudar na distribuição uniforme, tomando cuidado para ser beeem delicada nessa hora), você pode deixar o tratamento em pausa de 5 a 10 minutos e, por fim, enxaguar.
Na sequência, você tem 2 opções.
Pode usar um condicionador ou mesmo outra máscara rápida no banho, a fim de trazer um extra de suavidade.
Ou, simplesmente, pode avançar para a finalização — sugiro agregar um leave-in condicionante/hidratante, pois o tratamento ABC, eventualmente, pode doar um toque mais rígido à fibra.
Honestamente, não sou capaz de observar diferenças significativas no sensorial dos cabelos ao usar o tratamento intensivo Acidic Bonding Concentrate como máscara, comparando com o resultado que obtenho ao aplicá-lo como pré-shampoo. Em ambas situações, seu desempenho é (literalmente) extraordinário.
Imagino que no inverno o método pré-shampoo irá imperar.
Por enquanto, tenho priorizado o uso como máscara — estou dando crédito às palavras de Abbey Yung, ao mesmo tempo em que afago minha crença (ultrapassada?) de que um tratamento pós-shampoo será melhor aproveitado pelos fios (afinal, efeitos psicológicos também contam!).
Só um adendo. Na primeira vez que usei o tratamento ABC, segui a instrução mais corriqueira e o testei na posição de pré-shampoo.
Umedeci os fios com água da torneira, desembaracei, dividi em duas mechas (é, não tenho muito cabelo…) e, comedidamente, fui aplicando o produto.
Cuidei para desviar de excessos (com produtos caros, isso não é exatamente uma dificuldade), mas a delícia do tato, talvez, tenha me traído um pouco. No fim, acho que a quantidade foi um tanto além da necessidade. Normal, quando estamos conhecendo um novo integrante do haircare.
Quando fui para o chuveiro e deixei a água escorrer pelos fios, UAU. Cabelo derretido, sedosíssimo, ultra-mega-plus deslizante, com toque de restauração plena (aspereza indetectável, sabe?).
Para seguir com o ritual, como não tenho o shampoo Acidic Bonding, optei por usar o Metal Detox L’Oréal (que também é sem sulfato e me parecia com proposta coerente).
A questão é que mesmo o Metal Detox sendo um shampoo que considero delicado, houve um estranhamento.
Meu cabelo deu uma embolada — não crítica, mas acima da média de quando uso o Metal Detox.
Apliquei a máscara Metal Detox na sequência (que é lindamente hidratante) e consegui me desvencilhar dos nós. Mas, inicialmente, pensei que meus fios haviam rejeitado o Acidic Bonding.
Finalizei com um leave-in que estou a amando — o All in One da Moroccanoil — e, no grand finale, me deparei com a revelação: cabelo com amnésia de danos.
Então, deu tudo certo. Mais do que certo, eu diria.
Porém, me parece importante deixar o aviso de que o efeito desagradável pode ter vez no processo.
Vi outras pessoas reclamando do mesmo problema. Portanto, legítimo alertar, não acha?
Talvez seja uma reação natural do cabelo. Talvez seja resultado de excesso de produto. Talvez possamos culpar o shampoo (não concordo, mas aceito discutir possibilidades).
Sei do seguinte: se algo parecido acontecer com você, não se apavore. Segue na fé e na calma.
Mas, se a experiência alheia puder te ajudar, minha dica é fazer uma higienização com gestos delicados, deslizando os dedos entreabertos pelos fios (em movimentos de pente) para conduzir a espuma até às pontas. A ideia é colaborar para o alinhamento da fibra — em vez de causar atrito entre elas.
contato@outroseus.com.br
Crédito da imagem de capa: D koi | Unsplash
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